sábado, 11 de abril de 2009

Esperança

Do vazio turbulento e ensurdecedor à calmaria de aceitar o destino de tudo. Encontro-me tranquila agora que sangrei até a última gota.
Sem voz, sem lágrimas, sem sangue.
Findou a dor, ainda resta um pouco da humilhação, ainda resta um pouco da frustração por ter entregado o que há de melhor em mim.
Eu quis dar o meu melhor, eu quis ser o melhor.
O problema é que ainda quero e tenho medo de descobrir que talvez eu nunca tenha a chance de viver esse sentimento de verdade.
Mas de que valeria a vida, de que valeria continuar a caminhada se não houvesse razão para tal luta?
Depois de encontrar novas forças, agora espero recobrar a esperança.
Esperança de voltar a dizer "Eu te amo!"

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