Do vazio turbulento e ensurdecedor à calmaria de aceitar o destino de tudo. Encontro-me tranquila agora que sangrei até a última gota.
Sem voz, sem lágrimas, sem sangue.
Findou a dor, ainda resta um pouco da humilhação, ainda resta um pouco da frustração por ter entregado o que há de melhor em mim.
Eu quis dar o meu melhor, eu quis ser o melhor.
O problema é que ainda quero e tenho medo de descobrir que talvez eu nunca tenha a chance de viver esse sentimento de verdade.
Mas de que valeria a vida, de que valeria continuar a caminhada se não houvesse razão para tal luta?
Depois de encontrar novas forças, agora espero recobrar a esperança.
Esperança de voltar a dizer "Eu te amo!"
Ao passo que sinto enstranhamento em me encarar diante do espelho, percebo que coisas incrívelmente absurdas podem criar as veredas de cada dia. Então eis que surge a pergunta chave: ISTO É A VIDA REAL?
sábado, 11 de abril de 2009
Esperança
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