terça-feira, 11 de agosto de 2009

CAOS

Flutuo,
minha mente vagueia por toda minha vida
Avalio, reavalio
Somente avarias
Insumos das coisas que desenhei
Com olhos de inôcencia desejei

Estranho
Falácia e muito barulho
Murmurio
em slowmotion
segundo a segundo

E se repete
mas não em sequencia
apenas se repete
e segue, segue, segue
até estar de volta
no ponto onde partiu

Fere
Sagaz, Audaz
Doce algoz
sorrisos e a suave voz
Atrai e repele
e continua
grudado na pele
tatuado no peito

Afinal
cheios de defeitos
e não menos, cheios de desejo
inocentes, culpados
ligados, desligados
encantados, despeitados
ainda assim, apaixonados

Sempre apaixonados
errando, acorrentados
ao que sempre foi verdade
e de verdade nunca foi...

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